sábado, 11 de junho de 2011

Dias dos Namorados - Mulheres Guerreiras

Povo meu,
Hoje é dia 12 de junho.
Nao vou explicar o dia, pq acho besteira, já q todos sabem né?
kkkkkkkkk
Mas eu vou fazer uma postagem especial para dar forças para muitas pessoas que vão passar o dia só.
Algumas levam na boa, outras se deprimem e se afogam no chocolate e outras caem no chororo kkkkkkkk
Mas uma coisa é certa: para todas, a força é o mais necessário hoje.

E de que maneira melhor de dar forças do q exemplificando?
Mulheres de força q fizeram suas vidas e mudaram o mundo (só de tomar as rédeas da própria vida, já se muda o mundo...o SEU mundo :D)

Nellie Bly

"Elizabeth Jane Cochran, mais conhecida pelo pseudônimo Nellie Bly (Cochran's Mills,Pensilvânia, 5 de maio de 1864 — Nova York,Nova York, 27 de Janeiro de 1922), foi uma jornalista americana, pioneira das reportagens investigativas.
Sua carreira começou com uma carta revoltada, que ela mandou ao editor de uma coluna magista  do jornal Pittsburgh Dispatch. A qualidade desta carta levou o editor a pedir a Cochran, que estava procurando emprego, que se tornasse repórter desse jornal. O editor também criou o pseudônimo Nelly Bly, vindo do nome de uma canção popular de Stephen Foster.
Bly escreveu vários artigos invstigativos antes de ser relegada à seção feminina do jornal. Então, ela deixou o Dispatch e foi para Nova York, onde conseguiu trabalho no New York World, o jornal sensacionalista de Joseph Pulitzer (criador do Prémio Pulitzer). Seu primeiro trabalho foi sobre o Sanatório de Mulheres na Ilha Blackwell, no qual se expôs às mesmas condições inumanas das pacientes do local. Sua marca registrada, a partir daí, seriam os disfarces e espionagens para conseguir furos de reportagem.
Em 1888, O New York World decidiu mandar um repórter numa viagem ao redor do mundo, como no livro A volta ao mundo em oitenta dias de Júlio Verne. Nellie Bly foi escolhida para essa viagem, que partiria de Hoboken, Nova Jersey, em 14 de novembro de 1889.
72 dias, seia horas, onze minutos e 14 segundos após sua partida, em 25 de janeiro de 1890, Nellie chegou a Nova York, realizando a volta ao mundo mais rápida até então, recorde esse que seria quebrado alguns meses mais tarde por George Francis Train, que completou a viagem em 62 dias.

Na sua viagem ao redor do mundo, ela visitou não só a Inglaterra, Japão, China e Hong Kong como no livro, mas também Amiens (o lar de Júlio Verne), Colombo e San Francisco. Ela também foi a primeira mulher a viajar ao redor do mundo sem a companhia de um homem, se tornando um modelo para as mulheres da época.
Mais tarde, ela voltaria a fazer reportagens, cobrindo uma convenção de femininstas em 1913 e a Primeira Guerra Mundial do frontoriental da Europa."

Eu li uma matéria sobre ela outro dia e simplesmente me encantei.
Vocês podem não ver de verdade oq ela foi por esse simples texto, mas Nellie Bly foi o exemplo de mulher, que vigora ainda hoje.
Numa época em que lugar de mulher era bem quietinha dentro de casa, cuidando dos filhos e marido, ela teve coragem de falar, arrumou um trabalho independente, e claro, impressionou o mundo.
Nao foi nada fácil para ela. Sua familia nao aceitava. Ela foi discriminada várias vezes. E mais, passou por tantas em suas investigações q eu nao desejo para ninguém. Mas o amor pela verdade sempre vigorou nela, e ela adentrava em suas historias, vivendo oq seus entrevistados viviam.
No sanátorio? ela sofreu demaaais. Viu coisas q ninguem deveria ver. As condições eram inumanas. Pessoas internadas porque a familia queria se livrar, maus tratos...
Para conseguir a volta ao mundo? teve de ameaçar cobrir a materia para outro jornal, para conseguir ser escolhida...
Na Guerra? ela foi confundida como espiã...
E apesar de tudo isso ela venceu. Foi capaz de ditar sua vida.
Não é o que todos deveriam fazer e querer?

Amelia Earhart

"Foi só em 1920 que o bichinho da aviação lhe mordeu, quando ela e o pai
assistiram a um "encontro aéreo" em Daugherty Field, Long Beach. De
capacete e óculos de protecção, embarcou num biplano de cockpit aberto para
um voo de 10 minutos sobre Los Angeles. Ficou encantada e pouco depois
seguiram-se as lições de pilotagem.
Em Outubro de 1922, Amelia deu início à sua participação em
tentativas de ultrapassar recordes e estabeleceu o recorde de altitude para
mulheres nos 14.000 pés (4.340 metros). No Outono de 1925, Amelia mudou-se
para Boston e juntou-se à divisão local da Associação Nacional de
Aeronáutica. Durante este tempo, tirou todas as vantagens das circunstâncias
de promoção do voo, especialmente para as mulheres, tornando-se assunto comum
nos jornais. O "Boston Globe" considerou-a "uma das melhores
mulheres-piloto dos Estados Unidos".
O editor nova-iorquino
George Putnam, impressionado com Earhart, organizou a viagem para que ela se
tornasse a primeira mulher a atravessar o Atlântico de avião, a 3 de Junho de
1928, ainda que como passageira. Posteriormente ela casou com ele e Putnam
desenvolveu-a como personalidade pública ao ponto de a 20 de Maio de 1932,
quando atravessou sozinha o Atlântico, Amelia ser a mulher mais aclamada do
mundo, considerada herói nacional e recebendo vários prémios e
celebrações.
Uma viagem sozinha à volta do mundo era a
progressão natural, mas uma primeira tentativa, em 1935, não teve sucesso,
quando se despenhou ao descolar perto de Pearl Harbour. Sem se dar por
vencida, depois da reconstrução do seu Electra, voltou a tentar, partindo de
Miami, Florida, a 1 de Junho de 1937.
A sua rota levou-a por Porto Rico e, depois, pela ponta noroeste da América
do Sul para África, do Mar Vermelho para o Paquistão (mais uma estreia;
ninguém antes tinha voado continuamente entre o Mar Vermelho e a Índia).
Depois de alguns atrasos por causa do tempo, partiu para a Austrália e para
Lae, na Nova Guiné. Nessa altura já tinha viajado 22.000 milhas (35.420 km),
faltando-lhe 7.000 milhas (11.270 metros).
Partindo tarde a 2 de Julho, Amelia
fez o seu último contacto através do rádio às 20:00 GMT para o navio Itasca
da Guarda Costeira dos EUA e, apesar de uma operação de busca no valor de $4
milhões autorizada pelo presidente Roosevelt, que envolveu 66 aviões e 9
navios nunca mais se encontraram vestígios de Earhart ou do seu avião"

Rainha Elizabeth
"foi Rainha da Inglaterra e da Irlanda desde 1558 até à sua morte. Também ficou conhecida pelos nomes de A Rainha Virgem, Gloriana e Boa Rainha Bess.
Seu reinado é conhecido por Período Elisabetano (ou Isabelino) ou ainda Era Dourada. Foi um período de ascensão, marcado pelos primeiros passos na fundação daquilo que seria o Império Britânico, e pela produção artística crescente, principalmente na dramaturgia, que rendeu nomes como Christopher Marlowe e William Shakespeare. Era uma monarca temperamental e muito decidida. Esta última característica, vista com impaciência por seus conselheiros, frequentemente a manteve longe de desavenças políticas. Assim como seu pai, Henrique VIII, Isabel gostava de escrever, tanto prosa quanto poesia."

E então, se inspiraram?

Bye XoXo Bye

2 comentários:

  1. Aeeeeee, caí no choro (básico), mas depois me reergui, rs! Deus sabe o que faz! Adorei o post Pam, devemos seguir o exemplo dessas mulheres poderosas!

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  2. O encontro de J. Verne com Nellie Bly: http://jvernept.blogspot.com/2008/09/o-encontro-com-nellie-bly-em-1889.html

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