quarta-feira, 18 de maio de 2011

Aprendendo a Seduzir

Povo meu,

Há quanto tempo eu nao faço uma resenha hein?
Acabei por me dar conta disso hoje :O
Eu nao abandonei o blog, mas parece que de certa forma ele está abandonado não é?
Limitei-me ao Meme... e isso é mau kkkkkkkkkkkk

Mas, vou voltar hoje, pq, por algum motivo estranho, eu acordei com esse livro na cabeça...
Quer dizer, nem tao estranho, pq eu tenho tendencia a lembrar as coisas mais estranhas ao abrir os olhos kkkkkkkk porém, eu nao faço idéia de como cheguei a lembrança deste :O

E o livro que eu estou falando, é de ninguem mais, ninguem menos, do q da Tia Meg *-* Com o nome de Patricia Cabot...

Esse é um dos livros adultos q a Meg escreveu, e depois de "A Rosa do Inverno", é meu preferido. Seu nome? "Educating Caroline" ou aqui no Brasil "Aprendendo a Seduzir"


Sinopse

Durante um baile, Lady Caroline Linford abre a porta de um dos cômodos e flagra seu noivo, o marquês de Winchilsea, nos braços de outra mulher. Para a sociedade vitoriana do século XIX, tais escapulidas masculinas eram normais, e cancelar o casamento seria impensável. O jeito, decide a jovem, é aprender a ser, ao mesmo tempo, a esposa e a amante, para que o marquês nunca mais tenha de procurar outra mulher fora do lar. Por isso, resolve tomar lições - teóricas, claro - sobre a arte do amor com o melhor dos professores: Braden Granville, o mais notório libertino de Londres. Logo nas primeiras aulas começam a voar faíscas e as barreiras entre professor e aluna caem. Escrito por Meg Cabot, sob seu pseudônimo, esse romance vai mostrar que o amor escolhe seus próprios caminhos, sempre imprevisíveis.

Aprendendo a Seduzir


Nossa, esse livro é mesmo uma coisa de louco. Com-ple-ta-men-te surpreendente.
Porque a história vai tomando rumos q vc nao espera de maneira nenhuma.

Sem contar q ele é engraçado kkkkkkkkk Nossa, como eu rachava enquanto lia ele kkkkk 
A Caroline é muitoo... sem noção. No sentido bom da palavra. E da palavra MESMO kkkkkk pq com noção me refiro a: Conhecimento, notícia. Ideia que se tem de uma coisa.

Já o Brad... Eu nao sei definir ele, juro. Ele nao faz o papel de BB (Bad Boy), mas tbm não é o BM (Bom Moço) em pessoa kkkkkkkk Ele é um meio termo muito estranho. Um meio termo desejavel, confesso kkkkkkkkkk

A história tem seu charme. Como eu já disse, ela puxa mais para o lado cômico. É um livro que se vc quer dar umas boas risadas, tem de ser a primeira opção da prateleira.
Mas outra coisa que atrai bastante, é o cenário cultural. É um guia histórico perfeito do século XIX e da Era Vitoriana
Relata todos os costumes da sociedade, e se vc quer saber um pouco mais sobre a época, sem ter de ler (chatos? para alguns, não para mim rsrs) livros de história, é a indicação perfeita *-*

Claro que determinados habitos com certeza nao se adequam a aquela época. É algo bem mais recente, e com um pouco de conhecimento inutil vc fica sabendo kkkkkkkkkk Mas quem liga? Se temos o conhecimento presente e temos o conhecimento passado, entao pq nao criar uma realidade alternativa?
Afinal, todos nós sabemos que as realidades alternativas realmente existem (podem nao ter sido comprovadas, mas pelas minhas pesquisas, eu consegui criar uma teoria bem aceitavel sobre elas. E com certeza, gente bem mais experiente que eu o fez tbm).

Mas nada de ciência e história no meio da resenha, q isso empobrece o lado literário (oh céus, eu to mesmo sob o efeito daquele remédio da garganta kkkkkkkkkk).
O livro é maneiro, com certeza.
Vale a pena ler, reler...
Eu gosto, e se vc tem um gosto parecido com o meu, não há duvidas que o gosto vai ser certeiro...
E como eu já tinha dito no post de "A rosa do inverno": É um livro da Meg. Precisa de mais alguma coisa?

Bye XoXo Bye

3 comentários:

  1. Adorei esse livro!!! A Meg como Patrícia, arrasa! Apesar das partes tensas, o livro é incrível, rs.
    Super recomendo \o

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  2. APESAR? kkkkkkkkk
    Mas se é isso que dá o "charme" do livro kkkkkkk

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  3. Nossa amei a resenha, LOUCA pra ler *-* SHUSAHUASUHSAUHSA

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